eu mando 

no i*Eu!
Eu estou...

k, um problema pessoal do caso oblíquo.
Eu mesmo no i*Eu!
i*Eu!

ricardo
_o_
samila

07/2001 08/2001 09/2001 10/2001 11/2001 12/2001 01/2002 02/2002 03/2002 04/2002 05/2002 06/2002 07/2002 08/2002 09/2002 10/2002 11/2002 12/2002 01/2003 02/2003 03/2003 04/2003 05/2003 06/2003 07/2003 08/2003 09/2003 10/2003 11/2003 12/2003 01/2004 02/2004 03/2004 04/2004 05/2004 06/2004 07/2004 08/2004 09/2004 10/2004 11/2004 12/2004 01/2005 02/2005 03/2005 04/2005 05/2005 06/2005 07/2005 08/2005 09/2005 10/2005 11/2005 12/2005 01/2006 02/2006 03/2006 04/2006 05/2006 07/2006 08/2006 10/2006 11/2006






* *
gentes online




kelly.,


assim e mais.





kelly.,


torresmo & lego. boliche de
nós dois com as gentes. nem sentei no colo do ronald. me nego a postar fota do meu cofrinho. desenhei estrela cadente na areia. escorregador. b00ster. your skin tastes of the salt of marmora. carta-poesia me esperando com tirinha do snoopy em anexo. sono, malas, pedrinhas.

boa noite.






Ricardo,


Parabéns pro Albanaz! Calouro...





kelly.,


"i had
it all
and
i took it"






kelly.,


uau. eu juro que não sabia que o post aí de baixo ia ficar enorme desse jeito quando comecei.

o_O






kelly.,


"we don't know you
and we don't owe you
but if you see us around
i got
something else to show you"

epígrafes servem pra dar uma pequena indicação ao leitor do tema a ser tratado, ou do estilo usado, ou pra dar o tom do texto.

às vezes, é só lá no finzinho que você percebe onde aquela citação lá do começo se encaixa, de tão criptica ou abstrata. outras, você usa como chave pra entender o que tá escrito, transformando completamente o significado. outras ainda, ela fica meio que boiando à parte, espiando do canto, só esperando você piscar pra voltar como um refrão.

epígrafes.

eu adoro usar. tem tanta coisa já feita no mundo que se encaixa com o que eu quero dizer, que ajuda... eu pego música, fala de filme, versos, prosa, tudo que passar pela frente. eclética, eu sou. de anne sexton à ani difranco, de shakespeare a silverchair, de matrix a mallarmé.

me orgulho de ter um repertório bem vasto & até esqueço, de vez em quando, que nem todo mundo compartilha esse universo todo comigo. mas nem por isso é interessante destrinchar uma citação pros outros engolirem.

acho meio trouxa ter que explicar o significado de uma epígrafe, soa como explicar uma piada. perde o gosto, a graça. além do mais, citações são como tempero, servem pra dar um colorido, não pra ser o sentido completo da coisa. e eu ia me sentir bem idiota se alguém tentasse me explicar uma coisa que eu entendo.

ahm. a epígrafe desse post? é interessante ver que se ele terminasse aqui em cima, já ia ter uma conexão legal. como se eu disesse, "olha, eu não tenho que te explicar nada, mas tô a fim agora". mas não era esse o sentido que eu pensei quando a citação veio ritmada pra mim, no banho.

eu pensei "nós não devemos nada pra vocês, mas se vocês toparem com a gente por aí, até podemos mostrar uma coisinha ou duas". uma coisinha ou duasacho que um blog é isso, né, querer falar coisas que teoricamente não fazem parte da vida de mais ninguém fora a sua própria. um blog compartilhado, feito esse, é mais complicado ainda, porque não são vidas avulsas, é... erm, a nossa vida.

acho engraçado quando gente que fica lendo isso aqui me aparece no ICQ e conversa comigo como se me conhecesse perfeitamente, como se nós fossemos só isso aqui.

lembrem, a gente tá mostrando só uma coisinha ou duas, só o que convém.

talvez mais um pedaço da mesma música da epígrafe servisse pra fechar essa escritice meio despropositada, "it's easy when you don't know it better, you think it sleazy? then put in a short letter".

é fácil dizer que conhece se você só vê a superfície.






Ricardo,


woohoo! não somos gold-camera mas agora temos um
mosaico só com as fotos nossas...





Ricardo,


não entendo como pode ser tão bom e de verdade ao mesmo tempo, sabe?
não, você não sabe.
o dia hoje, ah, mais um único dia de muitos dias que já foram e que quero que venham.
mais coisas inblogáveis que não são bem entendidas mas que são sentidas por aqueles que vêem o avião indo pro lugar.

... e nem choveu






kelly.,


"a vida é tão curta e não podemos ter certeza de que exista alguma eternidade para nossas almas frágeis", diz o Gaarder.

eu respondo que sei, que por isso mesmo eu engulo a vergonha & a timidez disfarçada & me intoxico de tinta à óleo e que se não chover, eu vou. porque eu posso.

até aviso aqui antes, pra vocês, moradores de Curitiba & região, prestigiarem meus talentos artísticos. ha.

:P






kelly.,


eu já disse que sou louca por comida? fiz até um quiz, eu mesma, bem bobalhão, pra passar o tempo em tardes chuvosas na praia, vejam só.

uma comida que tenha a cor

... do meu cabelo: maçã bem madura
... da minha pele: açúcar com canela
... dos meus olhos: chocolate meio amargo
... da minha boca: a parte de dentro da goiaba quase madura, mais clara

uma comida que tenha o gosto

... da minha alma: pitanga
... do meu coração: pirulito psicodélico
... do meu sangue: pimenta
... do meu amor: menta com chocolate
... dos meus sonhos: trufa quente
... dos meus medos: blackberry estragado






Ricardo,


Identifica-te, ó criatura que caminha sobre a minha cabeça. Que queres de mim?





kelly.,


voltei.

e aposto que vocês nem repararam que eu tinha 'ido'. ha.

:P






Ricardo,


não perca seu tempo comigo