eu mando 

no i*Eu!
Eu estou...

k, um problema pessoal do caso oblíquo.
Eu mesmo no i*Eu!
i*Eu!

ricardo
_o_
samila

07/2001 08/2001 09/2001 10/2001 11/2001 12/2001 01/2002 02/2002 03/2002 04/2002 05/2002 06/2002 07/2002 08/2002 09/2002 10/2002 11/2002 12/2002 01/2003 02/2003 03/2003 04/2003 05/2003 06/2003 07/2003 08/2003 09/2003 10/2003 11/2003 12/2003 01/2004 02/2004 03/2004 04/2004 05/2004 06/2004 07/2004 08/2004 09/2004 10/2004 11/2004 12/2004 01/2005 02/2005 03/2005 04/2005 05/2005 06/2005 07/2005 08/2005 09/2005 10/2005 11/2005 12/2005 01/2006 02/2006 03/2006 04/2006 05/2006 07/2006 08/2006 10/2006 11/2006






* *
gentes online




Ricardo,
descoberta incrível...

...feita esta manhã por mim, na companhia (virtual) da Kelly:

312 = 23 x 3 x 13, e a soma dos fatores primos, 2 + 2 + 2 + 3 + 13, é igual a 22, idade que a gente faz esse ano! :-O

será um sinal de quê?

ps. só lembrando, a gente trabalha também, ok?





kelly.,
que puxa







kelly.,
multiuso, quase biodegradável

se minha carreira de escritora rica & famosa não der certo, tornar-me-ei eletricista, pois consegui instalar um chuveiro, de novo, sem acidentes graves. quer dizer, eu levei o choque mais absurdo da face da terra (quando encostei com a mão no fio terra(!) e a bunda no registro de água (!!!)), mas ainda estou inteira & inclusive capaz de tomar banho, que é o Grande Plano do momento.





kelly.,
un long jeudi de fiançailles

eu não preciso ir pra aula. eu venho correndo pra casa. eu tomo banho gelado. eu como pizza queimada. eu fico na cama. eu tenho cólica & dor de estômago. eu sou o servo do polvo. bouhouhou. eu sou pior que uma fuinha.

não quero comentários, quero as suas orelhas <(°_º)>





kelly.,
ei, olhe pro outro lado

and if the people stare
then the people stare
oh, i really don't know & i really don't
care

eu estava na sala de informática e fui imprimir coisas. tinha gente na sala de impressão, mudei de idéia. decidi ir no xerox, tinha gente, mudei de idéia. fui pra biblioteca, me enfiei na útima mesa, no corredor de literatura infantil, não tinha gente, fiquei. fui na sala de impressão, imprimi, deu erro e ficou pela metade (tinha gente). fui no xerox, era muito caro, não tirei (tinha gente). fui pro outro xerox, não era muito caro, tirei (tinha gente) e fui tomar um suco (tinha muita gente). fiquei na aula e recauchutei um post na discussão em grupo (tinha gente), fiz blablablá no Grande Círculo (tinha muita, muita gente). fui embora, o ônibus chacoalhava (e tinha gente). cheguei em casa (não tinha gente), fui pro computador (tinha todas as gentes do mundo).

viu? o mundo me soca as pessoas em cima. como resposta, carrego meu oincman e afogo os outros nos meus fones defeituosos. eu, os outros, eu, os outros. que raiva ser socada em cima dos outros, coitados. não vejo porquê eles deviam me aguentar (não vejo porquê nem eu devia me aguentar).

o meu esforço máximo de sociabilidade é escrever em público, porque aí só lê quem quer. podem me afogar à vontade, podem rir, podem me apontar, podem ignorar - eu não preciso nem tomar conhecimento, fecham a janela e eu morro. se as pessoas olham, então as pessoas olham. é muito mais fácil não olhar, e, mesmo olhando, não ver.

fico pensando em como ia ser interessante ser uma entidade virtual, falar sem parar & não incomodar ninguém fora quem quer ser incomodado (tem gente que faz questão absoluta). mas aí eu estou parada num canto com as mãos no bolso e me perguntam se eu sou a ladymacbitch. obviamente, arregalo os olhos e faço a famosa saída rápida pela esquerda \o\





Ricardo,
sopa califórnia

iupi! hoje tem a primeira janta do
RU do ano! \o/





kelly.,
um novo dia de um novo tempo que começou

tod's nossos sonhos se-rão ver-da-de! o fu-turo já come-çou! :)

a gente é tão bonzão. bonzão tipo muito, por demais, excessivamente. quase neo-bárbaros desbravando o ciberoceano com nossos barcos esquisitos de velas todas remendadas, indo de porto em porto, via FTP.

quando eu era menininha lá na escolinhazinha, eu e o samila fazíamos Altos Trabalhos juntos, que além de servir como desculpa pra gente ficar na casa um do outro até a meia-noite com direito a reaparecer às seis da manhã do dia seguinte, ainda conseguiam umas notas bem decentes. tipo o sobre o Fordão, ou mitos modernos, em que a gente usava Admirável Mundo Novo como base.

peculiares picotadores & misturadores, nós \o_o/





Ricardo,


que dia agradável. meu passaporte do prazer já está sem créditos há um tempinho, preciso pagar o ônibus com dinheiro. conto minhas moedas, atitude comum de um pobre proletário no comecinho do mês. tudo o que eu tenho é $1,85, a passagem custa $1,90. preciso de 5 centavos pra ir trabalhar. lembro que há uns dias eu enfiei uma moeda de 25 centavos no meu porquinho, é minha única esperança. depois de 13 minutos de tentativas, só com movimentos, sem qualquer ferramenta e também sem quebrar o pobre do porquinho, eu consigo fazer com que a moeda salvadora saia pelo mesmo orifício por onde entrou. agora tenho dinheiro, as coisas vão dar certo, claro. posso pegar ônibus e ir pro trabalho, lá tem caixa eletrônico e e eu saco o resto que tem na minha conta pra poder ir pra faculdade. estou trabalhando, vamos ao caixa então, cadê o meu cartão? claro, eu deixei em casa, pra que eu ia precisar do cartão? pra que eu quero dinheiro? agora eu posso ir a pé à faculdade, que saudável, em 3 horas acho que eu chego lá. também posso não ir à faculdade e perder a aula de processamento de imagens, que é a única matéria que tem a ver com computação que estou fazendo. posso mendingar 1,70 pro meu chefe também, adoro pedir coisas, especialmente dinheiro. ou então farei malabarismo no semáforo, como me foi sugerido °\o_°





kelly.,
não requer técnica nem sequer habilidade!

How to make a macbitch
Ingredients:
3 parts pride
5 parts silliness
5 parts beauty
Method:
Layer ingredientes in a shot glass. Add sadness to taste! Do not overindulge!


do not overindulge.





kelly.,
cãimbra verbal

qualquer coisa de errado cobre tudo, tipo calor, tipo por dentro o sangue. pegue, doutor, essa digníssima tesoura e... flap. me cabe de herança um mal estar perpétuo, uma gripe da alma. todo mundo junto nas mesas, eu junto nas mesas, e com o nariz trancado não sinto o gosto da comida (tão cara, ainda por cima: bandido o fruto do vosso ventre). não é o diferente, não é o igual, não é ser notada, não é ser ignorada. são as dobras por dentro, as sombras em volta da lâmpada. eu sei o tempo todo que antes era e agora é e depois vai ser, mas na hora não, na hora eu nunca sei. é uma procastinação sem fim.