eu mando 

no i*Eu!
Eu estou...

k, um problema pessoal do caso oblíquo.
Eu mesmo no i*Eu!
i*Eu!

ricardo
_o_
samila

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gentes online




kelly.,
gênio do espelho, existe em curitiba alguém mais...

seu corvo, me leeeeeeeva

você percebe que andou lendo demais quando vai ao teatro e sabe praticamente todas as falas de cor (também é uma sensação bem whoa identificar as referências usadas pelo autor et al - london bridge is falling down-falling down-falling down). clap clap, hein. mas a vontade era ir aos brados me jogar no portão do vampiro e aplaudir lá, na esquininha da ubaldino, até ele me tacar a cumbuca de sopa na cabeça.

(claro, melhor ainda foi o plano de deixar o local e ir até a rua-que-não-pára comer pizza, tomar vinho e falar com o bem-amado, e beijar o bem-amado, e pegar na mão do bem-amado sob todas as luas falsas, e tropeçar com o bem-amado nas calçadas soltas, e atormentar o bem amado a madrugada toda, e comprar allstar de cheddar com o bem-amado, e dizer, oh-bem-amado-eu-te-quero-assim-tanto-assim-tudo-sério-apesarde, e ouvir, oh-bem-amada-fique-aqui-me-atormentanto-mesmo-apesarde, <8)

penso que nem vai ser tão dramático dar a aula do trevisan para os coleguinhas (coleguinhas, não aluninhos, repare o drama). penso assim: d.t. chupa as almas das pessoas, tipo o Glorioso Silvano Bueno perseguido por meninotas de 10 anos. as pessoas todas ficam emboladas nas pernas das cidades & todas as cidades se parecem. um beco atrás da catedral é um beco ali no canto da tiradentes ou na sé ou no largo do rosário - assino e dou fé. as coisas são tremendo - brr, trrrr -, não é bebedeira não: veja, minha epígrafe nem é má (curitiba é uma cidade boa se você for a barata leprosa e trêmula de medo), más são as cidades de vertigem pura, bambeando as pernas de todo mundo.





kelly.,
weird lover

devia ser alguma coisa do tipo, o que o Oscar sentia quando de madrugada acordava meio suado por cima do Bosie e abria os olhos pra um mundo tão estético quanto duro, porque de repente tinha toda aquela beleza morando no coração da realidade, tudo espremido sob o peso do desejo e sob a máscara do platonismo. é quase arrasador.

porque a gente escolhe máscaras diferentes, em luzes diferentes (arllechino, scaramouche, pierrot - quem me ensinou foi o dario fo, mas as máscaras dele não são as únicas) pra por nas coisas mais bonitas, pra esconder e ninguém ver, e pra gente poder ver também, porque é assim que se encaixa o mundo dentro dos olhos, no miolo dos sonhos. e se o Wilde escolheu que aquilo era amor e que os gr3g0s tavam do lado dele, bom pra ele.

mas eu digo, devia ser alguma coisa assim, de sentir, quando se está de bruços & vê os cabelos misturados balançando na frente dos olhos e saber aquela era a melhor foto do mundo mas é impossível de focar e gravar em qualquer lugar além das pupilas.





Ricardo,
World Jump Day

www.worldjumpday.org

"join us in the attempt to drive planet earth into a new orbit, by letting millions of people jump"